Este vídeo mostra como subo e desço da cadeira adaptada na qual uso o computador e, na maior parte do tempo, o tablet. Parece perigoso para quem tem uma paralisia cerebral de nível 3, com espasticidade, ataxia e atetóide. Porém, calculo que, nos 8 anos que morei em Curitiba, fiz tal acrobacia mais de dez mil vezes e só levei umas três quedas, sem maiores consequências, e aqui em Cabedelo ainda não houve acidente algum. Em Recife, tinha um móvel que eu mesmo desenhei e que me permitia subir e descer com ainda menos risco, sem acrobacia, mas posteriormente não foi possível ter algo semelhante.

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