Dia 18 foi meu aniversário e inicialmente pretendia convidar só uma das minhas fisioterapeutas – que não conteve a ansiedade e acabou se autoconvidando😊 – e quatro amigos nossos, dos quais três são colegas de trabalho de Silvia. Mas fomos ampliando a lista de convidados até que fiquei em silêncio, sinal que ela sabe ser de discordância – não queria uma grande comemoração e tal lista acabou meio arbitrária, com algumas pessoas de quem gostamos ficando de fora e, no dia seguinte, tive de resolver um problema correlato com familiares da própria Silvia. À medida que os convidados chegavam, só me davam (bons) vinhos, cachaças e outras bebidas – a única exceção foi a melhor amiga dela, que me deu uma caixa de chocolate –, o que fez me perguntar “putz, que tipo de imagem eu transmito? A de alcoólatra, cachaceiro, pinguço?” e comecei a me sentir envergonhado, constrangido – só bem depois é que pensei que tal imagem também poderia ser a de alguém alegre, bem humorado, que aprecia a vida, etc. É óbvio que esses presentes motivaram inúmeras piadas e brincadeiras. Foi uma comemoração divertida, alegre, calorosa, como poucas que tive na vida.

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