Em março, Silvia foi a uma reunião do nosso condomínio, que demorou muito, para impedir que a rotina familiar se complicasse e, em particular, que ela ficasse excessivamente cansada decidi botar as meninas para dormir e me surpreendi com a facilidade que tive em contraste com o tumulto que geralmente fazem nesse momento na presença da mãe. Então percebemos que Silvia já pode sair à noite sem precisarmos chamar uma diarista para cuidar das meninas, pois estas já sabem detalhadamente o que precisa ser feito e só tenho que coordenar. Na semana passada, Silvia tinha um jantar com as colegas (só mulheres) de trabalho e foi a oportunidade de testar tal percepção. Não pude deixar de ficar um pouco apreensivo, pois, se houvesse uma emergência, naquela primeira ocasião ela levaria 5 minutos para voltar e nesta, cerca de 30. Porém, foi até mais tranquilo do que na primeira vez. Ainda me é difícil acreditar que a mera masculinidade tenha esse efeito apesar da precariedade da minha condição – isso é o que psicólogos dizem.

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