Será a Lua?

Criado: Segunda, 31 Dezembro 2018 Escrito por Ronaldo Correia Junior

Não sei se é pela fase da Luawink, mas hoje Clara está mais próxima de mim: logo após acordar ela passou um bom tempo acariciando minha cabeça enquanto comia no sofá; e, depois do almoço, espontaneamente subiu no carrinho para ser embalada por mm.

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O Inevitável Salão de Beleza

Criado: Quinta, 27 Dezembro 2018 Escrito por Ronaldo Correia Junior

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Grilo Falante

Criado: Quinta, 27 Dezembro 2018 Escrito por Ronaldo Correia Junior

Na semana passada, Silvia me vestiu todo de verde, achei ridículo, ri, ela brincou que eu era o “grilo falante” e até pensou que colocou aquela roupa inconscientemente por essa causa. Então, percebi que, durante grande parte da vida, fui como tal personagem para muita gente, inclusive para uma mulher bem equilibrada como Silvia.

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Marcas na Filha

Criado: Quarta, 26 Dezembro 2018 Escrito por Ronaldo Correia Junior

Ultimamente, às vezes Clara usa o tablet com o pé, obviamente me imitando.

Às vezes, ela demonstra uma tendência a ser organizada, guardando os brinquedos e outros objetos após usar, o que se deve exclusivamente ao meu exemplo – não creio que tal tendência se mantenha, pois a família tem três exemplos contrários.

As outras pessoas sempre destacam a alegria, a facilidade de rir e as gargalhadas de Clara, inclusive na sua avaliação pedagógica, o que é a melhor marca que já deixei nela – quando gargalha em casa, é frequente ela olhar para mim.

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Afastamento

Criado: Sexta, 21 Dezembro 2018 Escrito por Ronaldo Correia Junior

Não consegui mais embalar Clara no carrinho, porque ela não me deixa pegá-lo, em contraste com o que acontecia até o início do ano. Ela deixou de vir espontaneamente para meu colo porque, quando o fazia para assistir vídeos no Youtube, ao tentar aproximar o tablet muitas vezes eu fazia movimentos descoordenados que a assustavam ou incomodavam. Pelo mesmo motivo, Clara parou de me beijar e abraçar. Este afastamento, ocorrido neste ano, causado por minha descoordenação motora vem me entristecendo.

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Voltando a Embalar

Criado: Terça, 18 Dezembro 2018 Escrito por Ronaldo Correia Junior

Há muito tempo, o carrinho de Clara estava em desuso e, sábado à tarde, Silvia o utilizou para a levar à piscina do nosso condomínio. À noite, para mexer comigo Silvia voltou a botar Clara no carrinho, logo eu quis balançá-la, mas Clara só queria que a mãe o fizesse, para minha tristeza. Silvia foi fazer outra coisa, Clara se distraiu, parou de implicar comigo, peguei o carrinho, adormeceu em poucos minutos e, desde então, repeti isso duas vezes. Na escola, ela está habituada a dormir em torno do meio-dia, fica irritada quando não o faz, nas férias parece que o único jeito de manter tal rotina é eu embalá-la, sinto vontade disso para tentar reaproxima-la de mim, mas não sei se dará certo nem se seria bom.

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Lendo para Papai

Criado: Segunda, 03 Dezembro 2018 Escrito por Ronaldo Correia Junior

Neste fim de semana, Clara ficou e brincou bastante comigo, inclusive de ler – nesse caso, imitando Silvia. Ainda não sei se isso foi coisa de momento ou indica uma tendência a uma proximidade maior comigo, mas me alegrou.

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Brincando com a Filha

Criado: Segunda, 19 Novembro 2018 Escrito por Ronaldo Correia Junior

Para mim, tem sido difícil encontrar um modo de brincar com Clara, pela falta de coordenação motora e o medo de machucá-la. Meu irmão, que é seu padrinho, está acabando de passar cinco dias em Curitiba e brincou bastante com ela. Hoje, após brincar um pouco com ele Clara resolveu faze-lo comigo por cerca de meia hora, me levando a achar que talvez tenha aprendido que pode fazer brincadeiras com figuras masculinas, como o pai – o tempo dirá se essa barreira foi realmente quebrada.

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Tiara

Criado: Quinta, 15 Novembro 2018 Escrito por Ronaldo Correia Junior

O que a gente não faz por amor?
Esse das fotos é o meu irmão.

 

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Mão Suicida

Criado: Quarta, 31 Outubro 2018 Escrito por Ronaldo Correia Junior

Mesmo se estiver sentado quieto, parado, alguém com paralisia cerebral corre o risco de subitamente machucar a si próprio e quem estiver perto, devido à descoordenação motora, sobretudo se tiver atetóide (movimentos involuntários) – e tenho principalmente no braço direito. Ontem, no Mercado Municipal fui tentar usar a prancha de comunicação com a mão esquerda, involuntariamente enganchei a direita nos aros da roda da cadeira, passei vários segundos com muita dor, não pude dizer a Silvia o que acontecia, até que puxei esta mão, que ficou com alguns ferimentos. Referindo-se a um antigo filme de terror, às vezes Silvia brinca que esta é uma “mão assassina”, porque parece ter vontade própria e já bateu nela em várias ocasiões – agora parece que virou também suicidalaughing

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