Móbile

Criado: Segunda, 19 Setembro 2016 Escrito por Ronaldo Correia Junior

Em geral, os bebês passam a observar objetos e interagir com o pai no segundo trimestre de vida, mas, embora ainda não tenha três meses completos, nossa filha já faz ambas as coisas há semanas – ela começou a interagir comigo já com 70 dias. Várias vezes ao dia, balanço, sacudo e mesmo bato em brinquedos, de modo a mantê-la entretida para ajudar Silvia. Virei um móbile!

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Cuidando de Três Meninas

Criado: Segunda, 19 Setembro 2016 Escrito por Ronaldo Correia Junior

Hoje de manhã, Silvia saiu para fazer compras e deixou nossa filha comigo. Suas duas filhas passaram o fim de semana com o pai, chegaram a nosso apartamento, quiseram que eu brincasse com elas, concordei porque não é bom deixar crianças sem um adulto por perto e para não atrapalharem o trabalho da empregada e a mais velha arrastou o bebê-conforto da nossa filha até o quarto delas. Após uns quinze minutos, a mais velha ameaçou brigar com a irmã e comecei a me preocupar em como proteger a bebê se as duas se atracassem de fato. Mas possivelmente por saber que as impeço de se baterem sempre que posso, a mais velha logo se conteve, depois a outra ficou abraçada comigo, talvez em busca de proteção, além de carinho, e dali a pouco Silvia voltou – que alívio! De algum modo consegui dar conta de três meninas!

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Homem-Polvo

Criado: Domingo, 18 Setembro 2016 Escrito por Ronaldo Correia Junior

Quando ainda estávamos namorando e pensando em nos casarmos, uma das mil advertências que fiz a Silvia foi que teria de me alimentar enquanto ela própria comia, com rapidez suficiente para chegar a tempo ao trabalho e/ou ao colégio de suas filhas, o que a fazia brincar que já tinha sido mulher-polvo, alimentando as duas e a si simultaneamente. Não podia imaginar que, com todas as minhas limitações, passaria por uma experiência parecida!

Para mim, às vezes é muito difícil dissociar os movimentos de várias partes do corpo – p. ex, mexer só um braço – e ficar parado com algum objetivo. Nesta tarde, para permitir a Silvia fazer outras coisas fiquei embalando (com uma mão) nossa filha no carrinho, sempre que parava esta acordava ou chorava, para conseguir que ela me barbeasse tive de parar a cabeça no encosto da cadeira enquanto continuava embalando com um pé. Mais frequente é embalá-la ao mesmo tempo que como, embora ao custo de me engasgar mais.f

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Paranoia

Criado: Quarta, 14 Setembro 2016 Escrito por Ronaldo Correia Junior

Nossa filha nasceu com hipoglicemia, a qual poderia ter causado uma lesão no cérebro e fiquei com uma paranoia contida de que tivesse paralisia cerebral – era algo irracional, pois a pediatra que a acompanha é excelente e teria nos avisado de qualquer sinal dessa deficiência. Devido à falta de experiência e informação, nos meus primeiros seis de vida meus pais nada viram de errado comigo e, só quando foram para Fortaleza, é que uma tia minha percebeu, porque eu não sustentava a cabeça. Na segunda consulta, a pediatra estranhou que nossa filha ainda não levantava a cabeça quando ficava de bruços e recomendou a botarmos nessa posição, senão poderia demorar a engatinhar. Ao fazermos isso, ela passou vários dias sem conseguir erguer a cabeça, o que intensificou a paranoia, até que teve êxito e esta se desfez – foi um alívio!

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Comunicação com a Filha

Criado: Sexta, 02 Setembro 2016 Escrito por Ronaldo Correia Junior

Está se tornando frequente nossa filha rir e balbuciar para mim e, às vezes com uma ponta de ciúmes, Silvia brinca que nos comunicamos numa língua própria e exclusiva.

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Consulta com a Pediatra

Criado: Segunda, 29 Agosto 2016 Escrito por Ronaldo Correia Junior

Nas duas primeiras consultas da nossa filha com a pediatra, fomos acompanhados e ajudados pelo meu irmão – que nos aconselhou a não irmos sozinhos – e por uma irmã de Silvia. Na primeira delas, entramos no consultório em si sozinhos, com nossa filha num bebê conforto, este no meu colo e Silvia empurrando minha cadeira de rodas. Achei que também podia fazer assim todo o trajeto do estacionamento ao consultório, já que a calçada da rua é boa e tem rampa, temendo só descer esta – mas a descida de ré foi segura. Hoje, nossa filha completou dois meses, tinha outra consulta, resolvemos ir sem ajuda, Silvia teve certo trabalho para nos colocar e tirar do carro e tivemos êxito.

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Interagindo com a Filha

Criado: Quinta, 25 Agosto 2016 Escrito por Ronaldo Correia Junior

Silvia é ciumenta, o que já me deu muitas dores de cabeça. Quando quero pegar nossa filha, às vezes arranja uma desculpa para disfarçar que reluta em entrega-la. E embora esta interaja muito mais com Silvia, basta fazê-lo um pouco comigo para ela ficar despeitadawink

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Prática de Pegar a Filha

Criado: Segunda, 22 Agosto 2016 Escrito por Ronaldo Correia Junior

Começo a ter prática de pegar nossa filha, embora às vezes fique tenso, o que a deixa desconfortável, e meu braço esquerdo se canse em alguns minutos – não tenho coordenação no direito o suficiente para segurá-la. Quando acerto, é difícil querer devolvê-la para Silvia.

 

 

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Com a Filha nos Braços

Criado: Terça, 16 Agosto 2016 Escrito por Ronaldo Correia Junior

Hoje, pela primeira vez segurei nossa filha nos braços, achando que ela já tem tamanho suficiente para não correr o risco de se machucar com minha descoordenação motora. Estava no início de uma sessão de fisioterapia e, para retomar os exercícios, tive de devolve-la para Silvia muito a contragosto.

 

 

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Tentando cuidar da Filha

Criado: Segunda, 15 Agosto 2016 Escrito por Ronaldo Correia Junior

Hoje após o almoço, Silvia teve de sair para levar suas filhas ao colégio e pegar uma nova guia para minha fisioterapia. Ela não conseguiu fazer nossa filha adormecer e pediu para nossa empregada tentar isso. Depois desta fazê-lo, para não atrapalhar seu trabalho pedi que botasse nossa filha no carrinho para ver se eu a mantinha dormindo, mas não tive sucesso nas duas tentativas que fiz. Então pedi que a colocasse no bebê conforto – que dessa vez balancei com a mão –, finalmente consegui que dormisse uns 40 minutos, me dando tempo de ler algumas coisas no tablet, até que nossa filha ficou com fome e não tive mais jeito a dar.

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